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FAQ - Perguntas Frequentes

FAQ - Perguntas Frequentes
Qual é a classe de Portagens do meu Kia?

CARNIVAL (1999 em diante)

O modelo Kia Carnival (Tipo GQ de 1999 a 2006 e tipo VQ de 2006 em diante) na generalidade é Classe 2, como a maioria dos grandes Monovolumes.
Os Monovolumes podem pagar classe 1, se aderirem à Via Verde, tal como previsto no Decreto-lei nº 39/2005 de 17 de Fevereiro.
Neste caso, poderá verificar o nº da homologação nacional que consta do Livrete ou Documento Único Automóvel, contra a listagem disponível no Site do IMTT para aplicação desta excepção.
Há no entanto, uma versão da Carnival (GQ), denominada "ONE", que é rebaixada, classificando-se como Classe 1, quer com Via Verde, quer sem Via Verde.
Esta versão foi comercializada entre final de 2001 e 2005.
Assim, a única alternativa para pagar sempre Classe 1 é aderir à Via Verde.


SORENTO 2.5 (2002 a 2008)

O Kia Sorento (tipo BL) não tem hipóteses de ser reclassificado para Classe 1, tendo que pagar sempre Classe 2, com ou sem Via Verde.


SORENTO 2.0/2.2 (2009 em diante)

O Sorento (Tipo XM) na generalidade é Classe 2, como a maioria dos grandes SUVs, homologados como “Monovolumes”.
Os Monovolumes podem pagar classe 1, se aderirem à Via Verde, tal como previsto no Decreto-lei nº 39/2005 de 17 de Fevereiro.
Neste caso, poderá verificar o nº da homologação nacional que consta do Livrete ou Documento Único Automóvel, contra a listagem disponível no Site do IMTT para aplicação desta excepção.
No caso do Sorento XM, as versões 4WD não poderão estar abrangidas por esta exceção.


SPORTAGE (2010 em diante)

O Sportage (Tipo SL) é sempre Classe 1, desde que comprovado por cartão da Brisa atribuído a cada matricula após aprovação do processo individual.
O processo de atribuição do cartão de Classe 1 inicia-se automaticamente logo após a matricula, sendo enviado posteriormente para o Concessionário vendedor que o fará chegar ao cliente.

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O meu Kia com motor a gasóleo pode funcionar com Bio Diesel?

O Gasóleo tradicional no mercado pode já conter até 7% de Biodiesel, sem que exista informação específica da mistura.

Todos os modelos actualmente em comercialização podem utilizar Biodiesel até 7% de mistura (B7).

Para além dos 7% de mistura, qualquer posto de abastecimento será obrigado a ter bombas específicas, com informação da respectiva percentagem, e a essa mistura já se chamará Biodiesel B15, B30, etc. (consoante a percentagem).

A utilização de Gasóleo com percentagem de Biodiesel superior a 7% não é recomendada pela Kia.

A Kia continua atenta às tendências do mercado e evoluções tecnológicas, pelo que no futuro é possível que venham a surgir alterações.

Os modelos Kia á venda não dispõem de etiqueta de eficiência dos Pneus, porquê?

O Regulamento Europeu nº 1222/2009 estabelece a obrigatoriedade aos fabricantes de pneus em afixar uma etiqueta normalizada com as características de cada pneu quanto ao nível de eficiência energética, nível de aderência em piso molhado e nível de ruído de rolamento. Este regulamento entrou em vigor em Novembro 2012.

O objectivo desta obrigatoriedade é dotar os consumidores de mais informação no momento de optar por pneus e fazê-lo de acordo com critérios ambientais que incentivem os fabricantes de pneus a desenvolver pneus mais eficientes.

Esta obrigação não se aplica aos pneus que equipam viaturas novas, pois nesta situação o Consumidor dispõe de informação ambiental da viatura completa, incluindo os pneus que a equipam de série.

Naturalmente, quando chegar à altura de substituir pneus para o seu Kia, a oficina onde os adquirir, deverá dispor da etiqueta para qualquer pneu.

Como curiosidade, refira-se que este regulamento surge na sequência do Programa Comunitário de Lisboa, de 2005.

O sitema ISG do meu carro, por vezes não atua, porquê?

A Kia foi pioneira na introdução do sistema ISG – Idle, Stop & Go, desenvolvido pelo especialista Bosch, e é reconhecidamente um sistema benéfico ao nível dos consumos e emissões, de tal forma que tem sido adotado pela vasta maioria das marcas automóveis. O sistema considera-se ativo desde que a luz indicadora amarela no botão não esteja acesa.
No entanto, mesmo estando ativo, há circunstâncias de utilização muito específicas em que o mesmo não evidencia a respetiva atuação, desligando o motor.
Efectivamente, para o motor se desligar, é necessário que a gestão do sistema confirme que estão reunidos diversos parâmetros, nomeadamente o nível de carga da Bateria, temperatura do motor, temperatura da Bateria, etc.

Num momento em que o sistema não esteja a atuar e se verifique que a carga da Bateria está abaixo do mínimo necessário (75% a 80%), isso não quer dizer que a Bateria tenha um problema.
Simplesmente existiu um consumo maior de energia eléctrica, baixando o nível de carga abaixo do mínimo necessário para o sistema ISG, mas ainda mais que suficiente para assegurar o funcionamento mais exigente da Bateria, ou seja, o arranque.
Normalmente, bastará uma viagem para repor o nível acima dos 80%.

Naturalmente, a Bateria é um componente de desgaste com uma vida útil muito inferior à da viatura.
Com a idade vai perdendo a capacidade de manter um elevado nível de carga e leva mais tempo a repor o nível máximo.
Assim, duas viaturas exactamente iguais a fazerem o mesmo percurso, mas sendo uma nova e outra com mais idade, terão comportamentos diferentes, sendo que a mais nova terá o sistema ISG a evidenciar atuação com maior frequência do que a mais antiga.
A situação é semelhante á dos pneus que se vão gastando e quanto mais gastos, maior é o risco de aquaplanning á chuva, ou maior é a distância de travagem. No entanto, só se substituem normalmente quando estiverem muito próximo do fim de vida.

Para facilitar a compreensão do funcionamento do sistema foi criada uma pequena brochura explicativa. Recomendamos também a leitura do Manual de Proprietário da sua viatura, na secção 5.

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O meu carro consome mais do que anunciado, porquê?

Os consumos anunciados, quer nos Catálogos, quer no nosso Site, têm por base testes realizados em condições específicas de funcionamento em laboratório, e de acordo com normas Europeias que são seguidas por todos os fabricantes.

A Diretiva 80/1268/CEE define dois ciclos (Urbano e Extra urbano) de teste em laboratório para medição do consumo e emissões de CO2. A combinação dos dois na proporção definida na norma dá o resultado combinado ou misto.

A condução real em estrada dificilmente permite atingir valores semelhantes, podendo as diferenças ser significativas.

Embora a situação real seja muito diferente, os valores anunciados permitem ter uma noção comparativa com outras variantes do mesmo modelo ou outros modelos de viaturas O consumo verificado na realidade, pode sempre diferir mediante diversos factores, tais como:

- Estilo de condução (Aceleração, rotação a que se fazem as mudança de caixa, etc.)
- Estado e tipo de pneus, e pressão dos mesmos
- Ar Condicionado ligado
- Condução com janelas abertas
- Utilização de barras de tejadilho
- Piso e tipo de estrada
- Carga
- Condições climatéricas (Temperatura, humidade, vento)

No Manual do Proprietário encontrará algumas sugestões para condução económica.
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